Docente da FSG é destaque em matéria sobre a economia chinesa

A desaceleração da economia da China pode tirar até meio ponto percentual do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro este ano, afirma matéria do jornal Correio Brasiliense.

Na reportagem o professor do curso de Ciências Econômicas da FSG, Gustavo Bertotti, explica que a China é o principal parceiro comercial do Brasil e qualquer abalo na sua economia afeta o país, principalmente nos exportadores de commodities. Ele conta ainda que a mineração, celulose, siderurgia e petróleo são os setores mais afetados a curto prazo.

A crise acontece em decorrência da epidemia do coronavírus, com a população em quarentena, muitas fábricas estão fechadas e consumidores estão em casa, afetando diversos setores da economia serão afetados.

Segundo Bertotti, “A China responde em média por 70% da demanda global de minério” o que impacta diretamente em empresas como a Vale, Gerdau, Suzano, Klabin e Petrobras. “A Vale fechou janeiro com queda de 5,68% no mês. Os papéis preferenciais da Petrobras se desvalorizaram 5,73%”.

O governo está monitorando os efeitos do coronavírus na economia brasileira. Na bolsa houve queda e as empresas mais desvalorizadas são aquelas com relação direta com a China.

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